sábado, 22 de fevereiro de 2014

A CORÇA E A SEDE DO HOMEM.


O Salmista poeta descreveu essa cena da corça farejando água, sob a areia do deserto, do seguinte modo: “Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus, … “ (Salmos 42:1-2).

INFORMAÇÕES CIENTIFICAS E GEOGRÁFICAS.

A corça ou corço (Capreolus capreolus) é um mamífero artiodáctilo da família dos cervídeos que ocorre na Europa, Ásia Menor e na região ao redor do Mar Cáspio.
Características
A corça é o menor cervídeo europeu, variando de 95 a 135 cm de altura e pesando entre 18 e 29 kg. A pelagem varia de cor e comprimento, sendo curta e avermelhada no Verão, longa e marrom-acinzentada no Inverno.
As galhadas, presentes só nos machos, são curtas e pontiagudas. São usadas na disputa por fêmeas durante a época de reprodução, no Verão. No Outono, as galhadas caem para crescerem novamente na Primavera.
A média de vida de uma corça selvagem é de oito anos, podendo chegar aos 14 anos

DIETA

A corça alimenta-se de folhas, brotos, cascas de árvores e também de plantas cultivadas.
Reprodução
A temporada de reprodução da corça é no alto verão, quando os machos se tornam territoriais. O cio das fêmeas ocorre mais cedo do que os demais cervídeos graças a uma adaptação evolutiva. O embrião da corça passa por um processo chamado de implante atrasado, que permite o filhote nascer durante a primavera. A gestação é de em torno 300 dias, ao fim dos quais nascem um, ou raramente, dois filhotes.
Os filhotes nascem com marcas brancas características sobre os flancos, que desaparecem passados cerca de dois meses. Após este período, o filhote é desmamado, permanecendo com a mãe até o nascimento da próxima ninhada.

HÁBITOS.

A corça é normalmente um animal de hábitos solitários, preferindo realizar suas atividades durante o nascer e o pôr-do-sol.



Distribuição geográfica



Distribuição geográfica da corça.

Na Europa, a corça se distribui por quase todos os países, estando ausente da Irlanda, Islândia, Córsega, Sardenha e norte da Escandinávia. A oriente, a corça alcança o oeste da Rússia, Ásia Menor até o Mar Cáspio, incluindo o norte da Síria, Iraque e Irã . Devido a sua adaptabilidade, a corça sobrevive bem em ambientes alterados pelo homem, sendo o cervídeo mais comum da Europa.
Em Portugal, a corça ocorre principalmente no norte e ao longo da fronteira com a Espanha. Áreas protegidas com populações de corças são o Parque Nacional da Peneda-Gerês, Parque Natural de Montesinho, Parque Natural do Alvão e o Parque Natural do Douro Internacional . Recentemente registou-se o seu retorno à Reserva Natural Serra da Malcata .


MITOLOGIA

A corça é um animal símbolo da deusa da caça Ártemis (ou Diana, na cultura romana).  E foi exatamente capturar a corça de estimação da deusa grega acima referida, um dos doze trabalhos do famoso herói Hércules. Essa corça era especial, pois além de ter cascos de bronze e cifres de ouro, era extremamente veloz, mais do que qualquer outro animal, e nunca se cansava. O semideus, entretanto, conseguiu capturá-la, subjugando-a em uma corrida.



 “Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus, … “ (Salmos 42:1-2).

Note que nesta passagem, Davi faz uma comparação. A sede dele pelo Senhor era comparada ao anseio de uma corça pelas águas. Em se tratando de um homem “segundo o coração o de Deus”, creio que esta comparação pode servir de parâmetro para nossa própria busca

Mas enfim, como é que a corça suspira e anseia pelas águas?
É com desespero. Gritando, correndo, buscando, farejando. Com sede. Com olfato privilegiado para localizar a fonte certa. Continuamente, todos os dias. Não se permitindo acomodar e fugindo do confinamento.
E nós? Estamos desesperados por Deus? Temos sede de sua presença?
Temos corrido, buscado e nos desesperado por mais Ele em nossas vidas?
Temos buscado na fonte certa, diariamente? Ou temos nos contentado com a mediocridade do nosso “confinamento”?
Cada um de nós pode ter seu próprio “confinamento”. Coisas que nos prendem e nos impedem de sair em busca da água fresca que tanto precisamos. Podem ser pessoas, situações ou até mesmo “pequenos reinos” que construímos para nós mesmos (“meu emprego”, “meu ministério”, “meu evento”, etc).
Precisamos, como a corça, sair e correr. Precisamos de olfato aguçado para ir na fonte certa, que é Cristo. Afinal de contas, existem fontes sem água.
Estes são fontes sem água, névoas levadas por uma tempestade, para os quais está reservado o negrume das trevas.

 (II Pedro 2:17), e nuvens sem água.
Estes são os escolhidos em vossos ágapes, quando se banqueteiam convosco, pastores que se apascentam a si mesmos sem temor; são nuvens sem água, levadas pelos ventos; são árvores sem folhas nem fruto, duas vezes mortas, desarraigadas;(Judas 1:12).

Além do Salmo que fala sobre a sede da corça, ouvimos constantemente louvores que fazem esta comparação entre a sede da corça e a sede do espírito Santo,  em pesquisa sobre este animal a saber vários  Hinos conhecidos e ungidos.








Assim Como a Corsa

David Quinlan

Assim como a corsa anseia por águas
Como a terra seca precisa da chuva
Meu coração tem sede de ti
Rei meu, e Deus meu!
[2x]

(refrão)
Faz chover... Senhor Jesus!
Derrama chuva neste lugar!
Vem com Teu rio... Senhor Jesus!
Inundar meu coração!
[2x]

Assim como a corsa anseia por águas
Como a terra seca precisa da chuva
Meu coração tem sede de ti
Rei meu, e Deus meu!
[2x]

(refrão)
Faz chover...Senhor Jesus!
Derrama chuva neste lugar!
Vem com Teu rio...Senhor Jesus!
Inundar meu coração!
[2x]

Vem! Vem vem...e faz chover!
Abra as comportas Senhor...e faz chover!
Esta geração precisa da Tua chuva...
Esta geração precisa de Santidade...
Aviva-nos Senhor...vem com a chuva!
Aviva-nos Senhor...vem com a chuva!
Avisa-nos Senhor...vem com a chuva...faz chover!
Faz chover!

http://www.youtube.com/watch?v=lly6kqVRNmw


“E no último dia, o grande dia da festa, Jesus pôs-se em pé, e clamou, dizendo: Se alguém tem sede, venha a mim, e beba. Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre.”Jo 7:37,38

E lembremos das palavras do Mestre: “quem tem sede, venha; e quem quiser, receba de graça a água da vida.” Ap 22:17

Bibliografia:


  1.  Bíblia Sagrada
       versão João ferreira de Almeida
      revista e corrigida. 
  3. https://www.google.com.br/imagens/corsa
  4. http://www.youtube.com/watch?v=7t3XCAxT2PM
   6. http://bloggatogordo.files.wordpress.com
  7. http://www.youtube.com/watch?v=lly6kqVRNmw



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